(Foto retirada do Google)
Sinopse: Anna Wren está tendo um dia difícil. Depois de quase ser atropelada por um cavaleiro arrogante, ela volta para casa e descobre que as finanças da família, que não iam bem desde a morte do marido, estão em situação difícil. 
O conde de Swartingham não sabe o que fazer depois que dois secretários vão embora na calada da noite. Edward de Raaf precisa de alguém que consiga lidar com seu mau humor e comportamento rude. 
Quando Anna começa a trabalhar para o conde, parece que ambos resolveram seus problemas. Então ela descobre que ele planeja visitar o mais famoso bordel em Londres para atender às suas necessidades “masculinas”. Ora! Anna fica furiosa — e decide satisfazer seus desejos femininos… com o conde como seu desavisado amante.

Anna Wren é uma viúva que vive com sua sogra e uma criada, em uma casa humilde. Mas as coisas não vão tão bem para a família, pois elas estão passando por um problema financeiro, já que o pouco que o marido lhe deixou não está satisfazendo as despesas da casa. É então que Anna decide arrumar um emprego, mas não é tão fácil quanto parece; até que inesperadamente ela consegue um trabalho como secretária do terrível Conde Swartingham.

“— Espero que não tenha sofrido nenhum dano com a queda — disse sorrindo entre dentes para o homem ensopado. — Permita-me ajudá-lo a levantar-se?
Ele não correspondeu a sua amabilidade.
— Que diabo fazia no meio do caminho, sua tola? ”

Edward Swartingham é uma pessoa um tanto intimidadora, seus funcionários o temem principalmente por seu temperamento explosivo e língua afiada; por causa disso todos os seus secretários sumiram de forma tão drástica. Anna parece ser a única que não o teme, ao contrário ela bate de frente com ele, e tem uma personalidade destemida e forte.

"- Como assim, um homem pode se satisfazer com uma mulher em locais como esse, e uma mulher como ela viúva deve ser recatada para o resto de sua vida?".

Quando os sentimentos de Edward começam a ficar confusos em relação a nova secretária, ele faz uma viagem de “negócios” a Londres para tentar resolve-los. Anna logo descobre que a viagem de “negócios” do conde é só uma desculpa para ele visitar o mais famoso bordel de Londres chamado Gruta de Afrodite; ela não fica nada contente com isso e começa a bolar um plano.

“Era uma vez, numa terra muito distante, um conde empobrecido e suas três filhas...”
(Entrou na lista dos favoritos com certeza!)

Eu adorei esse livro demais. Ele entrou na minha lista na mesma hora, quando comentaram sobre ele no evento de Chá de Época da Record. Primeiro de tudo eu queria falar sobre essa protagonista diva, Anna Wren é uma personagem que vai contra tudo que lhe foi dito sobre como uma mulher deve ou não se portar; e mostra isso durante todo o livro; desde o momento em que ela arranja um emprego naquela época, até quando ela confronta todos os homens ao seu redor que querem comanda-la de algum modo. Edward não é um mocinho com o que nós estamos acostumadas em romance de época, ele tem um nariz enorme, marcas de varíola por ter sobrevivido a doença e um temperamento um tanto quanto incomum, mas quando mais nós o conhecemos, mais percebemos o quão maravilhoso ele é.

“-Ah, Edward. – Ela suspirou enquanto ele acariciava seu rosto com as mãos ensanguentadas e a beijava delicadamente.
Edward afastou o rosto dos lábios dela.
-Eu amo você”

Uma das coisas que eu gostei bastante em O Príncipe Corvo é que além de ter uma protagonista empoderada para época, a gente também tem essa questão da aparência. Nos romances de época em geral somos apresentados por personagens maravilhosos com cabelo sedoso, olhos azuis, super musculosos e por aí vai. Já nesse livro temos um protagonista masculino com marcas de varíola espalhados pelo rosto e uma protagonista feminina um tanto quanto comum, isso é até citado pelo Conde em uma passagem do romance; e mesmo sem ter uma beleza extraordinária que a maioria dos livros apresenta, nos apaixonamos pelo casal da mesma forma.

 "Essa mulher é feia. Tem um nariz comprido e fino, olhos castanhos e cabelo também castanho". 

Um ponto importante que eu devo falar aqui, é que em cada início dos capítulos temos pequenos trechos da história do príncipe corvo que a Anna está lendo durante a narrativa. Eu achei bem legal isso, me lembrou um pouco o conto da Bela e a Fera. O Príncipe Corvo vai ser uma trilogia, e o segundo livro, O Príncipe Leopardo vai ser lançado aqui no Brasil dia 21/08/17 e já está na pré-venda. Vale lembrar que cada livro conta a história de um personagem diferente.

Série dos Príncipes:
1-    O Príncipe Corvo
2-    O Príncipe Leopardo
3-    O Príncipe Serpente

4-    A Princesa de Gelo














                                                      


(Foto retirada do Google) 
Sinopse: Tristan Thorne, o Conde de Wintry, não é um homem para brincadeiras. Com uma vida de segredos, amado e odiado na sociedade, ele não é o parceiro ideal para uma dama. Dorothy Miller não sabe o que há por trás de suas motivações, apenas que ele é bastante intenso. Os jornais dizem que ele bebe demais, joga demais e ama escandalosamente. E até mata. Como uma dama determinada a ser dona do próprio destino como Dorothy Miller acaba em um acordo com um homem como Lorde Wintry? 

Dorothy Miller é uma dama com uma reputação impecável aos olhos da sociedade. Ela vive na casa do tio desde que seus pais faleceram, e assume a responsabilidade de cuidar da casa e da sua prima Cecília, que está participando da temporada para conseguir um bom marido. Por esse motivo Dorothy faz tudo que pode para a ajudar a prima, pois as possibilidades dela se casar foram para o ar depois de um erro que ela se culpa faz um tempo. Porém a reputação dela fica em risco quando acorda no quarto de Tristan Thorne, Conde de Wintry e o maior libertino de Londres.

“Vamos esquecer esse incidente. ”
“Não nesta vida. ”

Tristan Thorne é conhecido por sua fama de libertino sem limites, e as fofocas dizem que ele já fez de tudo, até matar. O problema é que ele não esperava se encontrar com Dorothy, que a princípio parece ser a moça educada que todos esperam, mas tem uma língua afiada e não é tão impecável assim.

“Quando estava com Tristan, ela gostava de sua nova faceta. Podia fingir que era livre e dizer o que tivesse vontade. E tinha seus próprios desejos e necessidades e não precisava se envergonhar disso, na verdade, tinha que se orgulhar de quem era. E especialmente do que vinha descobrindo sobre a mulher que era. ”

Depois que um incidente acontece e Dorothy vai parar no quarto de Tristan, ele faz uma proposta um tanto indecente para a suposta dama. Ele faz um acordo para que ela seja sua amante durante essa temporada em Londres. Obviamente que ela não aceita e tenta esquecer completamente o que aconteceu naquele quarto, mas o Conde não desiste, e tenta de todas as maneiras convencer Dorothy.

"Eu posso ser sua maior aventura e o melhor prazer da sua vida, mas não um erro. Não se arrependa de nada, Dot. Vai ser muito mais prazeroso."
Esse é o primeiro livro da Lucy que eu li, então não sabia exatamente o que esperar. Muitas pessoas me recomendaram ele, e posso dizer com toda certeza que virou um dos meus livros favoritos de romance de época. A Lucy construiu uma história fantástica, tem de tudo um pouquinho, romance, aventura, mistério e diversão.

(Meus sentimentos sobre esse livro) 

“ Você é uma bela de uma vigarista. Deve ser por isso que a quero tanto.''

O mais inovador nesse livro é como os personagens são a frente do seu tempo. A autora não coloca uma mocinha indefesa que só pensa em se casar e em como se comportar na sociedade, mas ela coloca a personagem como uma mulher que está se descobrindo aos poucos e que pode ser totalmente independente. O mocinho não é diferente apesar de ser um libertino e ter uma profissão bem diferente dos outros, ele tem consciência dos direitos de Dorothy sobre o próprio corpo, e sobre ela tomar suas próprias decisões sem se preocupar em ser julgada. 

“— Foi você quem me disse que uma mulher deve ser dona de suas escolhas. E que ela manda em seu corpo e em suas vontades. E ninguém deve ter o poder de lhe tirar isso."

Eu me diverti bastante lendo Um Acordo de Cavalheiros. Meu objetivo agora é ler mais livros da Lucy, porque a escrita dessa mulher é sensacional. Ela não deixa nada em aberto, além de você não conseguir parar de ler o livro por um segundo.








Por que parece tão difícil conseguir organizar as nossas questões pessoais e, ainda, grafá-las usando os porquês corretos, por quê? Porque algo tão significativo, como a palavra que marca perguntas, respostas e motivos, não poderia ter uma só face e, então, como a lua, tem quartro. Entretanto, a multiplicidade não cria, necessariamente, a dificuldade: é muito simples, cada porquê tem seu lugar. 

Os porquês têm diferentes funções e podem ser usados:
  1. Em frases interrogativas;
  2. Para introduzir uma oração coordenada substantiva;
  3. Para introduzir uma oração subordinada casual;
  4. Para ser uma palavra substantivada, ou seja, não é um substantivo, mas, em determinado contexto, funciona como tal. Quando isso ocorre, recebe a “companhia” do artigo ou de um pronome.
E o que isso quer dizer EXATAMENTE? Os porquês podem ser usados para perguntar, responder, encerrar uma frase e como substantivo. Sempre que houver a necessidade de usar o porquê, a primeira preocupação deve ser em descobrir que função será exercida por ele. A partir disso, as regras devem ser lembradas. 

  1.  O porquê interrogativo deve ser grafado separado, veja o exemplo: Por que não fez a tarefa?  Atente para o fato de que, nesse caso, é possível substituir o porquê pela expressão “por qual razão”.  Já no enunciado: Estudamos por que um dia o futuro será melhor, é possível substitui-lo pela expressão “para que”. Ainda é possível substituir o porquê pela expressão “pelo(a) qual” e suas variações:  A vitória por que lutamos chegará.           
  2.  O porquê explicativo ou causal, popularmente conhecido como o porquê de resposta, deve ser escrito todo junto, mas sem acento. Nesse caso, indicará uma explicação, equivalendo à conjunção “pois”; ou uma causa, representando a conjunção “como”. Veja o exemplo: “A situação se agravou, porque o custo de vida aumentou.”
  3. Quando for substantivado deve ser escrito junto, mas deve ser acentuado. Para saber quando utilizá-lo, basta prestar atenção aos seus acompanhantes, se for artigo ou pronome, então, pode acentuá-lo, e não esqueça que nesse caso o “porquê” não se separa.
RESUMINDO:
 Mais exemplos:
Por que algumas regras de português parecem tão difíceis?
Porque a gente não tem tanto contato com elas ou cria complicações desnecessárias.
Engraçado, agora as regras parecem tão simples, por quê?
Entender os porquês é muito simples com essas regrinhas.

                                                                                   fonte: http://portugues.uol.com.br/gramatica/uso-dos-porques.html